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Primeira coisa: Eu sou o Groot.

Não diria que é exatamente uma resenha. É mais mesmo um desabafo e um grito de obrigada à produção desse filme que salvou meu coraçãozinho de fã de heróis. Mas Vingadores: Guerra Infinita fez um samba aqui no meu peito que eu tava esperando faz tempo. E um diário da situação que eu passei pós Guerra Infinita.

Tudo que eu tenho a dizer sobre essa volta da empolgação é: Ultimamente eu não ando gostando dos filmes da Marvel, fora os Guardiões da Galáxia – que eu gosto pela identidade, e pelo filme 1. O segundo filme teve uma história que poderia ter sido bem melhor explorada. Mas estão perdoados por causa do baby Groot. E nesse caso, eu gosto muito dos filmes de X-Men, então também não estão incluídos.

Eu esperei muito, por filmes como Guerra Civil ou o Deadpool – um soco no estômago pra mim. Eu não consegui sentir emoção e empolgação em um, e o outro… Onde termina Ryan Reynolds e onde começa Deadpool? Sério… Onde começa Deadpool? E por isso, e outros longos motivos, eu não estive crente até mesmo no filme de Guerra Infinita.

Assisti Vingadores: Guerra Infinita aos 45 minutos do 2º tempo, quando minhas primas decidiram que iriam no cinema numa tarde pra passear. Eu fui junta, mas se não fosse elas, eu já estava decidida a não ver enquanto não saíssem os DVDs/BluRay. Ah Deus, como você é maravilhoso! – e Gabyz, Dani, vocês também.

Fui assistir já com o maior desdém, já sem nenhuma expectativa sobre o filme. E eu, que amo fazer referências, pouco a pouco tava me empolgando e me envolvendo com o filme. Reconhecendo cada piadinha com ou sem graça e sempre apontando todas as minhas observações.

Mentira, no primeiro segundo de filme já começa na porradaria e eu só tava a mais pura emoção. Na hora que passou os Guardiões? HAHAHA eu não tenho maturidade, gritei o nome do Groot mesmo.

Vingadores Guerra Infinita

Eu fui transformando a cada pouco do filme que passava. E comecei a ligar vários pontos, entender alguns “furos” e sentir a ausência de algumas pessoas do universo Marvel ali. Passei a ligar referências que eu conhecia – que não são tantas – de quadrinhos ao que estava acontecendo, e a relembrar artefatos e complementos de outros filmes dos personagens… E aí acabou o filme. Passou a cena pós créditos. Minha missão passou a ser “achar todas as explicações e teorias possíveis” pra sair comprovando tudo que me deu na telha ou descobrir mais coisas.

Eu comecei a ficar empolgada com cada lembrança que eu tinha do filme, cada detalhe perdido poderia ser uma dica. Sabe aquele sentimento de que você pode sair desvendando tudo e ficar mais empolgado ainda, mesmo depois que acaba o filme? O filme deixou um legado. E eu assisti o troço faz mais de duas semanas e continuo pensando numa e outra teoria, lembrando de alguma cena que teve algum complemento importante…

É isso Marvel, é isso que eu queria!

Então eu tô muito feliz. Eu adoro muito os filmes da Marvel e todo o universo, mesmo que eu não saiba de tudo – porque tá tudo bem você ser fã de algo e não ser um Wikipédia dessa coisa. E pra melhorar, eu já tô querendo rever os filmes pra não deixar passar nada. Ver os filmes que eu não vi (Homem-Formiga, Homem-Aranha e Pantera Negra), me empolgar mais ainda e começar a teorizar mais e mais.

Se vale a pena assistir? Vale sim. Até pra quem é ignorante vale a pena, porque tá interessante. Tá envolvente. Vão entender alguma coisa? Provável que não. Mas vale a pena, e está muito bem produzido. Fora o Hulk falar menos frases do que o próprio Groot, tá tudo ok – mas tadinho, eu sei porque ele agiu assim, perdoa ele quando assistir, vai.

Vingadores Guerra Infinita

Enfim, é isso. Gritei muito, emocionei, empolguei. Thanos é um vilão até que você peeeeensa em ficar tipo “é, dá pra gostar dele”. Ele não é um daqueles vilões com propósitos sem-noção-que-droga-é-essa. Então só vai e assiste.

Ah: Tem parte dois.

Já assistiu? Quais são as suas teorias?

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