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Diário do Game: O que andei achando de Dishonored

dezembro 22, 2017
dishonored

Nesses últimos meses do ano eu parei com o League of Legends e comecei a ter muito tempo para aproveitar os outros games que comprei. Dentre eles, comprei o Dishonored e seu estilo me atraía bastante.

Dishonored é um jogo em primeira pessoa muito bem classificado, e com muito feedback positivo sobre a sua experiência de jogo, história e qualidade. Ele é um jogo de ação e me passa um tiquinho do estilo steampunk. Não é deste estilo, mas que me lembra, lembra sim.

O jogo é de 2012 e nós controlamos o personagem Corvo. Corvo passa por algumas contradições depois de voltar de uma viagem à procura da cura para uma praga que está acontecendo em seu mundo. Você se torna um assassino, e existem muitas escolhas que interferem em como o jogo progride. Inclusive, seus atos também interferem. A quantidade de mortes e como você age em suas missões, podem acumular ou diminuir o caos da cidade. Mas para você entender, é melhor jogar.

O jogo é bem flexível, o modo de combate também. É realmente agradável e divertido jogá-lo. Existe uma habilidade chamada Blink na jogabilidade e ela é a parte mais divertida da jogabilidade. Você pode fazer um transporte rápido de um lugar a outro. Sim, literalmente rápido. Poderia parecer-se com um teletransporte, um flash. Mas é perceptível que o mundo passa mais devagar ao seu redor enquanto viaja. É divertido demais.

Sobre a história, ela anda progredindo muito bem. Eu, sou uma pessoa apaixonada pro games. Mas eu enxergo muito bem quando eu sou meio ruim no negócio. Tem hora que no Dishonored eu consigo ser uma mestre dos games. Mas tem horas – a maioria delas – que é uma chuva de vacilos que me leva à morte. Continua divertido.

É uma história que tem propósito, é bem organizada e tem lá muito sentido. Existem jogos que com o passar do tempo eles vão se perdendo na história, e chega no final só existiu a gameplay mesmo. Mas Dishonored não é um deles. Eu me envolvi tanto na história quanto na sua gameplay divertida, e mesmo que super linear, você precisa explorar alguns lugares em busca de recursos curiosos e importantíssimos. 

É algo muito gratificante pra mim poder jogar algo que eu amo – ou que odeio – e compartilhar com vocês meu feedback. Pode demorar um pouco, mas meus planos é ter um canto só para os games em meu canal. Hoje meu PC vive aos trancos com games potentes e bonitos, então eu jogo os mais antigos. Mas a qualidade do Dishonored e o bom feedback que tenho dele diz o quanto vale a pena não focar só nos jogos atuais, e também dar um carinho para os antigos que ainda não jogou. 

Até então, eu recomendo muito que as pessoas que gostem de um jogo de primeira pessoa e ação experimentem-o. É bastante divertido. Sobre o estilo de luta, você pode escolher se quer ser stealth ou sair matando todo mundo na loucura.

O importante é que eu me divirto bastante e até agora o jogo é bem legal. Valeu a pena o investimento na Steam!



Uma resposta para “Diário do Game: O que andei achando de Dishonored”

  1. […] serve mais para dar aquele meu veredito final. Você também pode conferir o post onde eu expliquei o que estava achando do jogo Dishonored até então. Eu daria 4 estrelas em 5 para o jogo principalmente pelo quanto ele é divertido. Vale […]

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Aqui vai uma descrição massa sobre mim ne. Bem massa mesmo. Eu não sei porque, mas eu só falo "massa" quando eu to fazendo testes. Não uso essa palavra muito não... Na vida mesmo, não.


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